RECUPERALAVOURA
Pulverizador autopropelido aplicando defensivo em lavoura ao fim do dia

Defensivo sem eficácia

Programa cumprido, dose correta, condição de aplicação adequada e a praga seguiu avançando. Quando o manejo está documentado, a hipótese de produto fora do registro passa a ser verificável por análise de composição.

Como o defensivo falha

Concentração de princípio ativo abaixo do registro

O produto tem teor de ativo declarado e registrado. Concentração inferior significa dose real menor do que a aplicada no papel, com controle parcial e pressão de seleção sobre a população da praga.

Formulação alterada ou instável

Mudança de veículo, de adjuvante ou de tensoativo altera dispersão, aderência e absorção. O resultado é calda que separa, entope bico ou escorre da folha sem penetrar.

Incompatibilidade em calda não informada

Bula que não adverte sobre incompatibilidade com produtos de uso corrente leva o produtor a montar uma mistura que precipita ou inativa o ativo, sem qualquer sinal visível durante o preparo.

Produto degradado por armazenagem

Exposição a calor, luz ou tempo excessivo de estocagem degrada o ativo. A perda ocorre antes da compra e não se percebe pela aparência do frasco.

Sinais na lavoura

  • Praga em população alta poucos dias depois da aplicação, com testemunha ao lado em situação semelhante.
  • Controle desigual dentro do mesmo talhão pulverizado na mesma operação.
  • Calda com separação de fases, formação de grumos ou entupimento recorrente de bico.
  • Insetos atingidos que se recuperam em vez de morrer, sem histórico de resistência local.
  • Resultado muito diferente entre dois lotes do mesmo produto aplicados na mesma semana.
  • Falta de fitotoxicidade esperada ou ausência de qualquer efeito visível sobre a planta alvo em herbicida.

Que prova precisa ser coletada

Amostras físicas

  • Embalagem original com lacre, sobra do produto e contraprova do lote.
  • Amostra da calda preparada, quando ainda disponível no tanque.
  • Material vegetal e insetos coletados na área tratada e em área de referência.

Documentos

  • Nota fiscal, receituário agronômico e ART da aplicação.
  • Ficha de aplicação com data, hora, dose, volume de calda, bico e pressão.
  • Registro de temperatura, umidade e velocidade do vento no momento da operação.

Quanto custou a falta de controle

A calculadora já vem com defensivos selecionado como insumo questionado. Ajuste cultura, área e quebra para a realidade do seu talhão.

Cultura
Área da lavoura
R$
%
R$
Custos dos insumos por hectare

Altere cada campo separadamente. Ao trocar a cultura, todos os valores de referência são atualizados.

Valores de referência por hectare com base nos relatórios de custo de produção do Imea, safra 2025/26 em Mato Grosso. Ajuste para a realidade da sua lavoura.

R$
R$
R$
R$
R$
Forma de restituição do insumo
TotalR$ 2.890.720
  • Receita que deixou de entrarR$ 1.550.00054%
  • Adubo e fertilizanteR$ 376.00013%
  • SementesR$ 120.0004%
  • DefensivosR$ 156.0005%
  • FoliaresR$ 64.0002%
  • FungicidasR$ 90.0003%
  • Custo operacional desperdiçadoR$ 252.0009%
  • Efeito financeiroR$ 282.72010%
Receita que deixou de entrarR$ 1.550.000
Dinheiro gasto nos insumos informadosR$ 806.000
Custo operacional jogado fora: diesel, máquina, mão de obra e tempoR$ 252.000
Efeito financeiro: juros de custeio e encargosR$ 282.720

Estimativa de prejuízo

R$ 2.890.720

Equivale a R$ 2.891 por hectare

Estimativa calculada a partir de parâmetros médios de referência informados por você. Não constitui promessa de resultado nem laudo técnico. Cada caso depende de perícia e análise laboratorial própria.

Vamos até a sua fazenda

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